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TJDFT lança nova plataforma do Centro de Memória Digital — TJDFT - Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios

TJDFT lança nova plataforma do Centro de Memória Digital — TJDFT - Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios:



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Lançamento do CMDO Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT lançou, na tarde desta quinta-feira, 18/10, o Centro de Memória Digital - CMD, nova plataforma de disseminação de informações de caráter educativo, informativo e de interesse social, relacionada à memória institucional do Tribunal. A cerimônia de lançamento contou com a presença do Presidente do TJDFT, desembargador Romão C. Oliveira, e da 1ª Vice-Presidente do TJDFT, desembargadora Sandra De Santis, que compuseram a mesa de honra ao lado da Presidente do TCDF, Conselheira Anilcéia Machado; do juiz Márcio Evangelista, Secretário-Geral Adjunto do CNJ; do juiz assistente da Corregedoria, Lizandro Garcia, representando o Corregedor de Justiça, desembargador Humberto Ulhôa; da juíza Camille Gonçalves, Coordenadora do CEJUSC Brasília, representando a 2ª Vice-Presidente do TJDFT, desembargadora Ana Maria Duarte; do presidente da Comissão Permanente de Avaliação Documental - Área Judicial, juiz Edilson Enedino das Chagas; e da supervisora do Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional, Virgínia Reis, representando, no ato, todos os arquivistas do TJDFT.
Falando aos presentes, a desembargadora Sandra De Santis ressaltou: “O TJDFT inaugurou uma nova era ao priorizar a celeridade, a segurança e a divulgação das informações, e defender a inovação e a capacidade constante de adaptação. Esta Corte parece, portanto, ter dado alguns passos em direção à contemporânea e tão falada quarta revolução industrial que é marcada justamente pela convergência de diferentes tecnologias para o beneficiamento de toda a comunidade. Trata-se de uma conexão de mundos: o digital, o físico e o biológico, através da rede mundial de computadores. Com tal transformação benéfica, espera-se que o TJDFT, além de preservar o acervo documental e salvaguardar a memória institucional, possa contribuir para o enriquecimento cultural da sociedade brasiliense e brasileira”.
Desa. Sandra De Santis homenageia Virgínia Reis, supervisora do NUAMIO evento teve lugar no Auditório Sepúlveda Pertence, e contou também com a palestra “A garantia da autenticidade, confiabilidade e fonte de prova dos documentos arquivísticos digitais em uma cadeia de custódia com os RDC-Arq”, proferida pelo especialista em arquivologia Daniel Flores. O palestrante é doutor em Documentação pela Universidade de Salamanca, tem mestrado em Engenharia de Produção na linha de pesquisa Tecnologia da Informação pela Universidade Federal de Santa Maria, e é especialista em Organização de Arquivos pela Universidade de São Paulo. Entre outros temas, Flores falou sobre os requisitos necessários para que os documentos produzidos em ambiente digital possam servir como fonte de prova, garantindo a autenticidade e a confiabilidade para fins jurídicos.
A palestra de lançamento do CMD do TJDFT também faz parte das comemorações dos 40 anos da regulamentação das profissões de Arquivista e Técnico de Arquivo (Lei nº 6.546, de 4 de julho de 1978), promovidas pela Câmara dos Deputados e pelo Senado Federal, cuja íntegra pode ser conhecida em http://www.senado.leg.br/senado/hotsites/40arq/index.htm. Foram produzidos dois selos comemorativos em virtude da data. Um pelo Fnarq e outro pelo Senado Federal. Tais selos irão estampar diversos eventos pelo país relacionados à temática, neste ano, inclusive o do TJDFT.
Centro de Memória Digital
O Centro de Memória Digital – CMD é a nova plataforma de disseminação de informações de caráter informativo, educativo e de interesse social, relacionadas à memória institucional do TJDFT. Para tanto, ela irá utilizar o software ICA-AtoM (International Council of Archives – Access to Memory), ferramenta que permite descrever a informação arquivística, bibliográfica ou museológica, em conformidade com as normas internacionais, e possibilita a disponibilização on-line do acervo. Sem contar que a digitalização de peças históricas permite o resguardo de informações relevantes ao longo do tempo, evitando a deteriorização e a ação de agentes externos.
Adotado por órgãos como o STJ , o software AtoM será assim utilizado para disponibilizar informações de valor histórico e cultural do TJDFT, de interesse da comunidade científica e da sociedade em geral, preservando a memória da nossa Justiça, transpondo barreiras espaciais e contribuindo para que mais pessoas tenham acesso a essas informações.
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