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Preservação de Páginas Web e Redes Sociais em Cadeia de Custódia: identificação, seleção e arquivamento I Encontro Nacional de Memória do Poder Judiciário, Conselho Nacional de Justiça - CNJ Prof. Daniel Flores / UFF, 2021

Preservação de Páginas Web e Redes Sociais em Cadeia de Custódia: identificação, seleção e arquivamento
I Encontro Nacional de Memória do Poder Judiciário, Conselho Nacional de Justiça - CNJ
Prof. Daniel Flores / UFF, 2021

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Slides disponíveis na web:
http://encurtador.com.br/wCJPR

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"Precisamos falar sobre Preservar Páginas Web e Redes Sociais, aquelas que são DOCUMENTOS ARQUIVÍSTICOS em Cadeia de Custódia Digital: identificação, seleção e arquivamento. "

"Páginas Web - como Documento Arquivístico:

Identificado pelo PRODUTOR - Função Arquivística de Identificação;
Seleção promovida pelo PRODUTOR; 
Arquivamento promovido pelo PRODUTOR;
Preservação empreendida pelo PRODUTOR;
E então sim, a Transferência ou Recolhimento destas Páginas Web ao SUCESSOR PRESERVADOR, implementada pelo PRODUTOR; 
Vejam que, não é FAZER ARQUIVÍSTICO do Sucessor Preservador, Identificar, Selecionar, Coletar, Arquivar, Preservar, Páginas Web, retirando o fazer do PRODUTOR. O PRODUTOR tem o dever da Governança Arquivística na Fase de Gestão de Documentos das Páginas Web, em suas Idades Corrente e Intermediária, o SUCESSOR PRESERVADOR, tem o dever da Governança Arquivística da Fase de Preservação e Acesso e Difusão."
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O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) realizou, na terça-feira (18/5/2021), a às 13h30, o I Encontro Nacional de Memória do Poder Judiciário. Equipes do Judiciário e profissionais e pessoas interessadas de História, Arquivologia, Museologia e Biblioteconomia vão debater, promover intercâmbio e disseminar conhecimento científico sobre a gestão da memória nos tribunais. O evento terá transmissão ao vivo pelo canal do CNJ no YouTube.

O presidente do CNJ, ministro Luiz Fux, participa da abertura. Na sequência, o professor doutor Arno Wehling, da Unirio e da UFRJ, fala sobre a história da Casa da Suplicação do Brasil, que simboliza a independência da Justiça brasileira em relação à portuguesa. – com a criação da Casa da Suplicação do Brasil, em 10 de maio de 1808, os recursos de apelações e agravos passaram a ser julgados no Rio de Janeiro e não mais em Lisboa.

O futuro dos museus judiciários é o tema da palestra do professor doutor Mário Chagas, da Unirio. 

Já o professor doutor Daniel Flores (UFF) debate a preservação de páginas web e redes sociais em cadeia de custódia, destacando a identificação, seleção e arquivamento desses conteúdos. E o professor doutor Aquiles Alencar Brayner (UFCA) fala sobre acervos digitais e a memória institucional.

Agência CNJ de Notícias 

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