Pular para o conteúdo principal

Palestras encerram homenagem ao Dia do Arquivista no TJPA

Palestras encerram homenagem ao Dia do Arquivista no TJPA

 


O evento “A construção do pensamento arquivístico: conhecendo o universo da gestão documental e da memória dos acervos do Poder Judiciário” teve seu segundo e último dia de realização nesta sexta-feira, 18. A programação foi coordenada pela Divisão de Arquivo, unidade vinculada ao Departamento de Documentação e Informação da Secretaria de Administração do Poder Judiciário do Pará, e ocorreu nos dias 17 e 18 de outubro, com ciclo de palestras e exposição em homenagem ao Dia do Arquivista, comemorado em 20 de outubro.


O dia 20 de outubro passou a ser celebrada como o Dia de Arquivista quando, nessa mesma data, no ano de 1823, o deputado Pedro de Araújo Lima, apresentou uma proposta para a criação de um Arquivo Público no Brasil, no contexto do projeto da Assembleia Constituinte que iria produzir a Carta Magna de 1824.


Cerca de 100 pessoas participaram do último dia de programação.  Em paralelo aos dois dias de palestras, também foi aberta ao público a exposição “A aplicação da lei 9.605/1998 nos juizados criminais em Belém: exposição de casos”.


As atividades aconteceram no auditório desembargadora Maria Lúcia Gomes Marcos dos Santos, no Anexo I do edifício-sede do TJPA, em Belém.


A primeira palestra foi do professor e diretor do Arquivo Público do Estado do Pará, Leonardo Torii, apresentou a temática “Arquivos, documentos e memórias: usos e tratamento técnico de acervos documentais”. Na sequência, a professora-doutora da Universidade Federal do Pará e Diretora do Centro de Memória da Amazônia (CMA-UFPA), Magda Ricci, falou sobre o tema “Antigos acervos, novas histórias, muitas memórias: os documentos históricos judiciais no Pará em 17 anos de educação cidadã”. E ao final, o professor-doutor da Universidade Federal de Alagoas (UFAL), Daniel Flores, ministrou palestra intitulada “As Plataformas Arquivísticas de Transparência Ativa para Documentos em Fase de Gestão ou de Preservação: do corrente ao permanente devidamente publicizados e em padrão de reuso.”


A presidente da Comissão Permanente da Avaliação Documental (CPAD) e da Comissão de Gestão da Memória (CGM) do Poder Judiciário do Pará, desembargadora Rosi Maria Gomes de Farias, fez-se presente nos dois dias do evento.


A realização do evento foi do Poder Judiciário do Pará, na pessoa da desembargadora-presidente Maria de Nazaré Silva Gouveia dos Santos. Teve suporte institucional da Secretaria de Administração, através dos secretários Vicente de Paula Barbosa Marques Júnior e Fábio Luiz Santos Wanderley, parcerias da Escola Judicial do Poder Judiciário do Pará (EJPA) e do Departamento de Comunicação do TJPA, além do apoio da empresa London Arquivos e Sistema.


Houve ainda sorteios de exemplares do livro “A democratização dos arquivos no Judiciário brasileiro”, da servidora do Poder Judiciário do Pará, Leiliane Rabelo. Houve também a oferta de brindes aos palestrantes, por parte da chefe da Divisão de Arquivo e coordenadora geral do evento, Yasmim Ferreira, e da desembargadora Rosi Maria Gomes de Farias.


O conteúdo das palestras estará disponível em breve no portal do TJPA (www.tjpa.jus.br) e em outras plataformas digitais.


Fonte: Coordenadoria de Imprensa

Texto: Com informaçoes do Departamento de Informação e Documentação do TJPA

Foto: null / Ricardo Lima/TJPA / Divulgação

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Inovação Sustentada

 Inovação Sustentada: Construindo o Futuro com Fundamentos Sólidos No dinâmico cenário da transformação digital, somos constantemente bombardeados com conceitos como "disrupção" e "inovação". Mas, você já se perguntou sobre a Inovação Sustentada e por que ela é tão importante, especialmente em áreas que exigem confiabilidade e estabilidade, como a Arquivologia? O que é Inovação Sustentada? A inovação sustentada é um tipo de inovação que se baseia em referenciais sólidos, ou seja, está profundamente enraizada no arcabouço teórico, epistêmico e metodológico de uma área de conhecimento específica. Em vez de buscar o "novo pelo novo", ela se concentra em aprimorar produtos e serviços já existentes, atendendo às necessidades dos consumidores atuais e seguindo as definições originais de desempenho e qualidade do mercado. Isso significa que a inovação sustentada é o resultado de um estudo minucioso, que harmoniza as demandas do mercado com o rigor científico. Por...

Conversatorio "Formación archivística sustentada en la investigación en Iberoamérica" 24 de junio / 15:00 horas (México)

 Conversatorio  "Formación archivística sustentada en la investigación en Iberoamérica" 24 de junio / 15:00 horas (México) Inscripción: -  https://docs.google.com/forms/d/1bUkzzilkOAwOeiavHnCS3usZV9p5HnyYMpjmWfXE1sI/preview

RDC-Arq

 O que é RDC-Arq? O RDC-Arq significa Repositórios Arquivísticos Digitais Confiáveis. Nada mais é do que uma diretriz implementada para manter da melhor forma “o arquivamento e manutenção dos documentos arquivísticos em suas fases corrente, intermediária e permanente em formato digital, e de forma a garantir a autenticidade (identidade e integridade), a confidencialidade, a disponibilidade e a preservação desses documentos” (CONARQ, 2015). Em resumo, o RDC-Arq é um sistema especial para manter a integridade e a preservação dos documentos digitais. Ele guarda, protege, mantém a autenticidade e garante o acesso futuro (CONARQ, 2015). Referência: BRASIL. Conselho Nacional de Arquivos (CONARQ). Resolução nº 43, de 4 de setembro de 2015. Altera a redação da Resolução nº 39, de 29 de abril de 2014, que estabelece diretrizes para a implementação de repositórios arquivísticos digitais confiáveis – RDC-Arq. Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, 2015.