Pular para o conteúdo principal

Assentamento Funcional Digital: perspectivas arquivísticas

 

Assentamento Funcional Digital: perspectivas arquivísticas

Assentamento Funcional Digital perspectivas arquivísticas - CAPA

Assentamento Funcional Digital: perspectivas arquivísticas

 

“A digitalização de documentos é um processo que está se consolidando no mundo corporativo, propiciando redução de espaço físico ocupado por arquivos dentro das instituições e favorecendo a eficiência nas atividades laborais da Administração Pública. Além disso, com a utilização de softwares específicos no processo de digitalização, é possível proteger os arquivos com senhas e criptografia, o que dificulta o acesso de pessoas não autorizadas e propicia maior segurança aos documentos." 

Cláudio Ribeiro Braga
Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos
                                                                    

Organizadores: Pedro Felipy Cunha da Silva e Jocelaine Zanini Rubim Link

     

   


Apresentação

Este livro, organizado por Pedro Felipy Cunha da Silva e Jocelaine Zanini Rubim Link, apresenta contribuições sobre as relações do Assentamento Funcional Digital (AFD) com as questões de custódia, segurança e autenticidade dos documentos, bem como quanto aos aspectos referentes à Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) e à terceirização do serviço de digitalização pelas instituições públicas. "Assentamento Funcional Digital: perspectivas arquivísticas" organiza-se em seis capítulos, escritos por arquivistas de sete instituições de ensino superior: as universidades federais da Paraíba (UFPB), de Alfenas (Unifal), do Rio Grande (Furg), da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab) e da Fronteira Sul (UFFS), e os institutos federais de Educação, Ciência e Tecnologia do Acre (Ifac) e de Pernambuco (IFPE).

Prefaciado por Cláudio Ribeiro Braga, do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, com apresentação do prof. Daniel Flores, da Universidade Federal Fluminense (UFF), a obra propicia ao leitor uma visão sobre o Assentamento Funcional Digital, assim como favorece a compreensão sobre a otimização do trabalho com o uso dos recursos tecnológicos e as vantagens da utilização do processo de digitalização de documentos físicos. 

 


Sobre os organizadores

Pedro Felipy Cunha da Silva

Mestre em Ciência da Informação pela UFPB. Especialista em Gestão Pública pela Faculdade Internacional Signorelli. Bacharel em Ciências Contábeis pela UFPB. Bacharel em Arquivologia pela Universidade Estadual da Paraíba (UEPB). Desenvolve pesquisa na área de metadados para preservação de registros digitais arquivísticos. Arquivista da Universidade Federal da Paraíba (UFPB). Responsável pela gestão arquivística e assessor acadêmico-administrativo da direção do Centro de Ciências Jurídicas (CCJ) da UFPB. Membro da Comissão Permanente de Avaliação de Documentos (CPAD) e do Conselho Consultivo do Sistema de Arquivos (SiArq) da UFPB.

 

Jocelaine Zanini Rubim Link

Especialista em Patrimônio Cultural: conservação de Artefatos pela UFPEL. Especialista em Gestão em Arquivos pela UFSM. Especialista em Informática Instrumental para Professores da Educação Básica pela UFRGS. Graduada em Arquivologia pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Especialista em Direito Sistêmico pela UNOESC. Especialista em Lei Geral de Proteção de Dados pela Faculdade Legale. Especialista em Compliance Penal pela Faculdade UNIMAIS. Bacharel em Direito pela UNOESC. Arquivista na Universidade Federal da Fronteira Sul. 

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Inovação Sustentada

 Inovação Sustentada: Construindo o Futuro com Fundamentos Sólidos No dinâmico cenário da transformação digital, somos constantemente bombardeados com conceitos como "disrupção" e "inovação". Mas, você já se perguntou sobre a Inovação Sustentada e por que ela é tão importante, especialmente em áreas que exigem confiabilidade e estabilidade, como a Arquivologia? O que é Inovação Sustentada? A inovação sustentada é um tipo de inovação que se baseia em referenciais sólidos, ou seja, está profundamente enraizada no arcabouço teórico, epistêmico e metodológico de uma área de conhecimento específica. Em vez de buscar o "novo pelo novo", ela se concentra em aprimorar produtos e serviços já existentes, atendendo às necessidades dos consumidores atuais e seguindo as definições originais de desempenho e qualidade do mercado. Isso significa que a inovação sustentada é o resultado de um estudo minucioso, que harmoniza as demandas do mercado com o rigor científico. Por...

CNA Salvador 2024

ATENÇÃO! O compromisso bienal dos arquivistas no Brasil  já tem data e local: 14 a 18 de outubro de 2024 no Auditório de Eventos do Quality Hotel e Suítes São Salvador em Salvador/BA! O tema é fundamentado nos cenários que compõem a Epistemologia arquivística, e dentre estes, nas últimas décadas, a Arquivologia tem dialogado de modo profícuo com a Ciência da Informação, Tecnologia da informação e áreas correlatas.  Na contemporaneidade, o movimento na cena da ciência dos arquivos parece apontar para uma nova conjuntura, em que a sua episteme apresenta entrelaços e perspectivas oportunas e desafiadoras com a emergente tecnologia disruptiva, que envolve a Ciência de Dados e a Inteligência Artificial.  Diante dessa possível relação interdisciplinar, cabe à comunidade arquivística fazer os questionamentos:  Como se estabelecem os conceitos de informação e documento arquivístico neste cenário?  Os dados podem constituir-se objeto da área?  Qual o papel do arquiv...

EAD no AtoM

 No contexto do software AtoM, o EAD (Encoded Archival Description ou Descrição Arquivística Codificada) é um padrão de metadados e uma linguagem de marcação baseada em XML utilizada para a comunicação técnica de descrições arquivísticas. Sua principal função é promover a interoperabilidade entre sistemas e instituições arquivísticas, garantindo a consistência e a compreensão dos dados em diferentes plataformas. Intercâmbio de informações O EAD é considerado fundamental para o intercâmbio de informações arquivísticas em âmbito nacional e internacional. A adoção desse formato padronizado permite que os dados sejam compartilhados de forma consistente e compreensível por outros sistemas de arquivo ao redor do mundo. Importação e exportação no AtoM Dentro do AtoM, o EAD é um dos principais formatos utilizados para a movimentação de dados arquivísticos. Na importação, o padrão permite a inserção estruturada de grandes volumes de descrições arquivísticas no sistema, utilizando a versão...